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Engenharia de Energia


Tempo de leitura: 5 minutos.

Este engenheiro planeja, analisa e desenvolve sistemas de geração, transmissão, distribuição e utilização de energia. Lida com todas as formas de energia que compõem a matriz energética brasileira – seja ela renovável, como hídrica, solar, eólica, seja não renovável, obtida de petróleo, carvão, gás natural ou material radioativo, como o urânio (usado em usinas nucleares).

No setor público, pesquisa e traça estratégias para a área energética. Avalia as necessidades de uma região ou setor e desenvolve projetos econômica e socialmente viáveis, buscando soluções seguras e sustentáveis, que não agridam o meio ambiente. Também coordena programas contenção e uso racional da energia.


Áreas de atuação

Diagnóstico Avaliar, selecionar e implantar o melhor tipo de energia – entre renováveis e não renováveis – e as melhores condições de uso.

Desenvolvimento de tecnologia Trabalhar no desenvolvimento e aproveitamento de novas tecnologias para geração, uso final do consumidor e para transformação de energia.

Otimização do consumo Administrar e racionalizar o uso de energia nas indústrias, com o objetivo de reduzir os gastos.

Planejamento energético Planejar e coordenar o processo de implantação de usinas e analisar os impactos ambientais, sociais e econômicos relacionados ao local de instalação.

Mercado de Trabalho

O mercado está favorável para este engenheiro. O uso crescente de novas fontes de energia, entre elas eólica, solar, de biomassa e marítima (gerada a partir das ondas do mar), abre espaço para quem quer se dedicar à atividade de pesquisa e desenvolvimento em empresas, universidades e institutos de pesquisa, assim como à operação e manutenção de sistemas em usinas já existentes.

Outro setor que requisita esses bacharéis é o de eficiência energética, em que o profissional desenvolve sistemas que avaliam o nível de consumo de eletricidade de um ambiente, buscando otimizar o uso da energia. Desta forma, grandes empresas conseguem monitorar seu desempenho energético e reduzir o gasto de energia.

Uma das grandes preocupações do governo é aumentar a oferta de energia e elevar a eficiência no setor. Por causa disso, o profissional é contratado por empresas geradoras, transmissoras, distribuidoras e comercializadoras de energia, além de órgãos governamentais, onde formula políticas públicas para o setor. Pode ser autônomo, prestando consultoria em eficiência energética.

Há vagas nos setores petrolífero, petroquímico e metalmecânico, principalmente em polos industriais do sudeste e do sul. O nordeste, com 80% dos parques eólicos brasileiros, também carece de profissionais. Rio Grande do Norte e Ceará estão entre os Estados que mais geram empregos. Na Bahia, a instalação do complexo eólico em Umburanas e Sento Sé deve gerar 1.200 empregos até 2018. E a geração de energia de biomassa é promissora, no Paraná e em Santa Catarina.

Curso

Além de disciplinas básicas (matemática, física, informática e economia), o curso aborda eletricidade, combustíveis, potenciais hidráulicos, energia solar e térmica. Os temas levam em consideração aspectos ambientais, sociais e econômicos.

Legislação e normas que regulam o setor fazem parte do currículo. Estágio e trabalho de conclusão de curso são obrigatórios. Atenção: alguns cursos focam em energias renováveis e em bioenergia.

Duração média: 5 anos.

Outros nomes: Eng. de Energias e Meio Amb. (eng. de energias renováveis); Eng. de Energias Renováveis.

Referências: Guia do Estudante

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